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Model: Manopla Desmontável / BRS SUL
Product ID: 1475
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Régua BRS SUL para Manejo de Pastagem EMBRAPA -  Desmontável
Código: 1475

Régua BRS SUL para Manejo de Pastagem EMBRAPA - Desmontável

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Marca: POLITEModelo:Manopla Desmontável / BRS SULDisponibilidade: Disponível em 1 dia útil

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Desenvolvido pela EMBRAPA Gado de Corte
Tecnologia EMBRAPA patenteada.

RÉGUA DE MANEJO DE PASTAGENS BRS SUL

Simplifica o manejo e otimiza a utilização da pastagem!­

1. Introdução

 

A Embrapa vem trabalhando no melhoramento genético de Espécies forrageiras para a Região Sul do Brasil. Esta região é caracterizada pela possibilidade de utilização, ao longo do ano, de espécies forrageiras tropicais/subtropicais e temperadas. As espécies mais utilizadas são: azevém, aveia, capim-elefante, capim-sudão, cornichão, milheto, sorgo e trevos.

Para cada espécie, há uma indicação de manejo, embasada na fisiologia da planta, em que o momento de entrada dos animais na pastagem é aquele de maior acúmulo líquido de forragem, quando é máxima a formação de novas folhas e ainda é baixa a perda de folhas por senescência. O momento de saída dos animais é determinado de forma que o resíduo do pastejo contenha tecido fotossinteticamente ativo suficien­te para sobrevivência da planta e rápida rebrota, proporcionando acúmulo de forragem para um novo ciclo de pastejo. Considerando uma pastagem com boa densidade de plantas, essa indicação pode ser traduzida em altura máxima e mínima de pastejo.  

A Régua de Manejo de Forrageiras BRS Sul permite tomar decisões rápidas quanto ao ajuste da carga animal em uma determinada pastagem. Simplifica o manejo e otimiza a utilização da pastagem, levando a incremento de produtividade para a pecuária.

 

2. Descrição

 

A Régua de Manejo de Forrageiras BRS Sul reúne as principais espécies forrageiras utilizadas na Região Sul do Brasil. Em uma das faces da régua estão as espécies de inverno (aveia, azevém, centeio, cornichão, trevos e trigo) e, na outra, as espécies de verão (capim-elefante anão, capim-sudão, milheto e sorgo forrageiro), identificadas pelo nome das cultivares lançadas e recomendadas pela Embrapa para a Região Sul do Brasil.

 Para cada espécie, há uma altura de entrada e altura de saída dos animais da pastagem (Fig. 1 e 2). Estas alturas foram estabelecidas a partir de resultados experimentais obtidos pela Embrapa e outros centros de pesquisa e reunidas no folder Planejamento Forrageiro (Embrapa, 2014).

 

 

 

 

 

 

Tabela 1: Alturas de entrada e saída de pastejo das diferentes espécies forrageiras.

ÉPOCA/CULTIVAR

ESPÉCIE

 

 

INVERNO

 

 

 

BRS Centauro

Aveia

 

 

BRS Madrugada

Aveia

 

 

BRS Ponteio

Azevém

 

 

BRS Integração

Azevém

 

 

BRS Serrano

Centeio

 

 

BRS Pastoreio

Trigo

 

 

BRS Tarumã

Trigo

 

 

URSBRS Posteiro

Cornichão

 

 

BRSURS Entrevero

Trevo-branco

 

 

BRS Resteveiro

Trevo-persa

 

 

BRS Piquete

Trevo-vesiculoso

 

 

VERÃO

 

 

 

BRS Kurumi

Capim-elefante anão

 

 

BRS Estribo

Capim-sudão

 

 

BRS 1503

Milheto

 

 

BRS 810

Sorgo Forrageiro

 

 

 

3. Como usar

A Régua deve ser apoiada no solo em posição vertical, verificando se as plantas encontram-se na altura das marcações para a espécie. Deve ser considerada a altura da superfície da pastagem com as plantas em sua posição natural (Figuras 3 e 4). Esta verificação deve ser feita em diversos pontos da pastagem, com 10 a 20 medidas, levando em consideração a desuniformidade  da área.

3.1 Pastejo rotacionado: A porção superior da faixa verde indica a altura ideal de entrada de pastejo (Figura 5a). A faixa vermelha acima indica que está passando o momento correto. A porção inferior da faixa verde indica a altura em que os animais devem ser retirados (Figura 5b).

3.2 Pastejo contínuo: A régua de manejo indica o momento de aumentar ou reduzir a lotação do pasto. Quando a forragem atinge altura próxima ao extremo superior da faixa verde, é hora de aumentar o número de animais no piquete. Quando se aproxima da extremidade inferior desta faixa, deve-se reduzir o número de animais no pasto, ou deixá-lo em descanso. A taxa de lotação mais adequada será aquela que mantiver a pastagem numa altura intermediária, no centro da faixa verde (Costa e Queiroz, 2013).

 

 

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